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Vitamina D e COVID-19: Entenda a relação!

Oi, oi, pessoal!

Vocês viram que a um tempinho atrás alguns veículos de comunicação publicaram que a vitamina D teria um papel importante para prevenir a COVID-19, o coronavírus? Acontece que não é bem assim. Vamos entender melhor o motivo?

Dois pesquisadores da Universidade de Turim, na Itália, divulgaram um documento alegando que a COVID-19 poderia ser evitada caso o paciente possuísse vitamina D em seu corpo.

Eles chegaram a essa conclusão após observarem que muitos pacientes internados com essa infecção tinham uma deficiência muito alta de vitamina D.

Mas, é preciso ter cautela para interpretar essas informações, já que elas não foram publicadas em revistas cientificas e não é possível afirmar os níveis de vitamina D desses pacientes.

Quem concluiu essas informações foi o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional São Paulo (SBEM-SP), Sérgio Setsuo Maeda, que lembrou que a literatura científica está cheia de relações parecidas com essa.

Ou seja, existem outras pesquisas que associam a falta da vitamina D com diversas doenças, por isso, ainda não é possível afirmar que a falta dessa substância causa uma enfermidade, principalmente relacionada ao coronavírus!

Além disso, é importante ressaltar que a vitamina D tem importância na saúde como um todo. Nesse momento de quarentena, a exposição das crianças ao sol acaba sendo limitada, influenciando na produção dessa vitamina, porém, segundo a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, a suplementação de vitamina D deve ser feita até os 2 anos de idade e somente em situações de insuficiência ou deficiência comprovada da vitamina.

O médico deverá ser consultado pois, principalmente em tempos de pandemia, não podemos generalizar os casos.

Para manter os níveis de vitamina D equilibrados naturalmente durante a quarentena, a recomendação é:

  • 80 a 90% do aporte: Exposição de braços e pernas ao sol, sem protetor solar, 15 minutos ao dia (evitar o horário entre as 10 e 16 horas – maior intensidade de raios ultravioleta B (UVB);
  • 10 a 20% do aporte: Consumir alimentos ricos em vitamina D (como salmão, atum e sardinha) infelizmente não fazem parte dos hábitos alimentares da maioria da população.

Por isso, é preciso ter muita atenção para concluir fatos e informações, e sempre procurar uma fonte confiável de pesquisa!

FONTE:

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Dra Kelly Marques Oliveira

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