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Disciplina positiva – Punição não é a resposta!

 

Você conhece a disciplina positiva? Ainda hoje muitos pais acreditam que disciplina está intimamente ligada com a punição ou que ambas possuem o mesmo significado, o que não é verdade. Para que não restem dúvidas: Disciplinar significa ensinar, educar e fazer com que a criança aprenda com suas atitudes, enquanto punir, basicamente, é fazer com que a criança pague por sua atitude.

A punição tem sido um tema bastante polêmico na atualidade, seja no campo teórico com a busca de definições corretas para essa palavra e pesquisas comportamentais sobre seus efeitos na vida de uma criança ou na prática para descobrir se ela deve ou não ser usada na educação de nossos filhos ou para controlar birras e problemas comportamentais das crianças.

O principal objetivo da punição é parar um mau comportamento ou, em grande parte dos casos, serve como uma lição quando a criança faz algo considerado ruim por seus pais. Um exemplo disso é a famosa “cadeirinha do castigo”. Muitas crianças associam a cadeira do castigo a algo ruim, um sentimento errôneo de que ele só será aceito quando é bonzinho, quando obedecer, quando acertar e concordar, ou seja, de acordo com a disciplina positiva, a criança aprende que errar é algo feio, não é algo aceitável e humano, que não é possível aprender nada a partir de seus erros pois eles não devem acontecer.

Hum, não posso fazer o cantinho do castigo! O quanto é fazer então? Você pode usar outras ferramentas que não soem como punição. Que tal falar: cantinho do pensamento? Ou vou te deixar aqui para você se acalmar. Quando você estiver mais calmo, você pode sair, está bem?

A DISCIPLINA POSITIVA possui 5 critérios principais na qual se baseia:

  • Ajudar a criança a se sentir conectada, aceita em sua família, escola e na sociedade.
  • Encorajar respeito mútuo, onde os adultos tornam-se modelo de respeito.
  • Ser efetiva a longo prazo sempre considerando o que a criança está pensando, sentindo, aprendendo e decidindo sobre si mesma.
  • Ensinar habilidades sociais e de vida, respeito, empatia, resolução de problemas e cooperação.
  • Incentivar a criança a descobrir suas capacidades para desenvolver autonomia.

Vocês gostariam de ouvir mais sobre esse assunto? Coloca nos comentários!

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Um bjo,

Dra Kelly Marques Oliveira

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Dra Kelly Marques Oliveira

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