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ASMA – Conheça um pouco mais dessa doença!

Para muitos pais, asma é um assunto de deixar os cabelos em pé, afinal é um problema sério e que causa muito desconforto nos pequenos.

A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo, juntamente com a rinite alérgica. Por se tratar de uma doença crônica, acarreta para a criança e para seus pais uma série de restrições que podem comprometer a qualidade de vida caso os sintomas não sejam contidos com o tratamento correto.

Quais são os principais sintomas da asma, @pediatriadescomplicada?

Já falamos sobre os sintomas anteriormente, mas é sempre bom relembrar, mamãe! Além da característica dificuldade para respirar, alguns outros sintomas se fazem presente como:

Tosse seca;
Chiado no peito;
-Respiração curta e rápida;
-Dor no peito;
-Tosse persistente em geral noturna, o que pode prejudicar o sono.

E o que pode ser um possível gatilho para uma crise de asma?

Mudanças de temperatura: o choque de temperaturas é agressivo para aqueles que possuem as vias respiratórias mais sensíveis. A mudança de calor para frio pode irritar a mucosa brônquica da criança, levando a uma crise.

Fatores ambientais: Um exemplo é a exposição da criança ao tabagismo, ou a alérgenos como os ácaros do pó de casa ou pelo de animais.
Fatores genéticos: Genes herdados dos pais podem ser a causa do pequeno ter asma, porém isso significa que a pessoa irá responder de forma diferente aos tratamentos.
Exercícios: Também pode ser um gatilho e causar exacerbações de asma, causando a chamada de asma induzida pelo exercício praticado de forma incorreta.

O diagnóstico da asma é feito principalmente de forma clínica, obtido após uma consulta com um profissional da saúde adequado e avaliação meticulosa, porém em alguns casos pode ser confirmado por exames físicos e pelos exames de função pulmonar, como a espirometria.

Vamos agora dar uma olhada no tratamento para contenção da asma, mamães e papais?

O principal objetivo do tratamento dessa doença é melhorar a qualidade de vida da criança por meio do controle dos sintomas e evitando gatilhos para crises. O tratamento adequado se inicia a partir da análise dos sintomas e do histórico clínico, podendo ser medicamentoso ou não medicamentoso ou, em alguns casos, ambos.

NÃO MEDICAMENTOSOS: Os pais devem tomar medidas para que a criança reduza a exposição a fatores desencadeadores e incentivar a prática de determinados exercícios respiratórios que podem ajudar a aliviar alguns sintomas. Exercícios físicos determinados pelo médico da criança que está acompanhando de perto o caso são importantes pois podem prevenir ataques e fortalecer o coração e os pulmões.

MEDICAMENTOSOS: Para definir o medicamento ideal, vários fatores são considerados como a idade, os sintomas apresentados, os gatilhos, a gravidade etc. Nesse tópico, existem os medicamentos de controle (ex.: corticosteroides inalados e modificadores de leucotrienos, como o montelucaste).

Seu filho apresenta sintomas citados no texto? Não perca tempo e leve-o para uma avaliação médica! É muito importante fazer o tratamento o quanto antes para que assim, com cuidado a atenção, os sintomas um dia estejam 100% controlados.

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Um bjo

Dra. Kelly Marques Oliveira

Pediatra, Alergia e Imunologia e Consultora Internacional de Amamentação (IBCLC) – CRM 145039

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